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A interface vítreo-retiniana

AVM, TVM e BM

25 Perguntas e respostas

Capítulo 13.

O que é um pseudoburaco macular?

. . . . . . . . . . . . . .

59

Carla Teixeira

Capítulo 14.

O que é uma membrana epirretiniana?

. . . . . . . . . . . . .

63

Fernanda Vaz

Capítulo 15.

Como pode a tracção vítreo-macular influenciar a

degenerescência macular da idade?

. . . . . . . . . . . . . .

67

Ângela Carneiro

Capítulo 16.

Que particularidades tem a tracção vítreo-macular no

edema macular diabético?

. . . . . . . . . . . . . . . . . .

71

Vítor Rosas

Capítulo 17.

O que é a maculopatia miópica traccional?

. . . . . . . . . . . .

77

Rui Costa Pereira, Rui Martinho

Capítulo 18.

Que particularidades tem a tracção vítreo-macular nas oclusões venosas?

. .

83

Miguel Amaro

Capítulo 19.

Qual o papel da interface vítreo-retiniana na maculopatia

associada à fosseta colobomatosa do disco óptico?

. . . . . . . . .

89

Teresa Quintão, João Nascimento

Capítulo 20.

Quais as particularidades da interface vítreo-retiniana

na retinopatia da prematuridade?

. . . . . . . . . . . . . . .

93

Susana Teixeira

Capítulo 21.

Qual a estratégia de realização da tomografia de coerência

óptica que devemos utilizar na patologia da interface?

. . . . . . . .

99

Sandra Barrão

Capítulo 22.

A microperimetria é útil na avaliação da patologia da interface?

. . . . .

105

Victor Ágoas

Capítulo 23.

O ERG é útil na avaliação da patologia da interface?

. . . . . . . . .

109

Amândio Rocha-Sousa

Capítulo 24.

A angiografia fluoresceínica e a autofluorescência são úteis

na patologia da interface?

. . . . . . . . . . . . . . . . .

113

Susana Penas

Capítulo 25.

Qual a importância da ecografia no estudo da interface vítreo-retiniana?

.

119

Filomena Pinto