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68

A interface vítreo-retiniana

AVM, TVM e BM

25 Perguntas e respostas

Após vitrectomia existem descrições de

casos de desaparecimento das lesões

neovasculares.

Descrição de aplanamento de áreas de

descolamento do epitélio pigmentado da

retina (EPR) após vitrectomia.

São mecanismos causais hipotéticos: o ví-

treo pode ser reservatório de citoquinas que

com a AVM ficam confinadas à área macu-

lar; o VEGF pode ligar-se preferencialmente

a fibrilas vítreas alteradas; a existência de

tecido anómalo na interface vítreo-retiniana

pode interferir com o transporte de oxigénio

e nutrientes para a mácula; factores mecâ-

nicos como a tracção podem provocar dis-

rupção entre o EPR e proteínas juncionais,

interferir com a nutrição a partir da coroi-

deia, estimular a produção de VEGF e es-

timular inflamação crónica de baixo grau

4,5

.

Contudo, um estudo prospectivo, unicentri-

co, com tempo de seguimento de 4 anos,

em 49 doentes com DMI categoria AREDS

IV, realizando angiografia e OCT trimestrais,

Figura 1.

Lesão de neovascularização

coroideia (NVC) centrada

por TVM.

Figura 2.

Lesão de NVC subfoveal

centrada por TVM.