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A interface vítreo-retiniana
AVM, TVM e BM
25 Perguntas e respostas
forma a obter o maior número de dados.
Com esse intuito, alguns critérios devem
ser considerados na realização do exame,
desde um bom posicionamento do doente,
com focagem correcta do fundo, de modo
a obter um sinal elevado (evitando erros
de interpretação), passando pela escolha
adequada do protocolo de aquisição e
selecção da área a estudar e, por fim, do
protocolo de tratamento de dados.
Os protocolos de aquisição variam con-
soante os aparelhos, mas no estudo da in-
terface vítreo-retiniana existem três que se
revelam os mais adequados
•
Linha/linha de alta definição (HD-line) –
avalia num simples corte, em pormenor,
a arquitectura do vítreo, retina e coróide.
O comprimento pode ser alterado (quanto
menor, maior a proximidade dos A-scan),
assim como a localização e orientação
(Figura 2). Um corte mais longo facilita
a identificação dos pontos de adesão e
tracção numa área maior e faculta uma
visualização panorâmica do polo posterior
(Figura 3). Ainda neste protocolo é possí-
vel fazer medições entre pontos selecio-
nados e classificar a adesão/tracção e di-
mensão dos buracos maculares de acor-
do com a nova terminologia (Figura 4).
Figura 2.
Raster scan 6 mm.
Figura 3.
Raster scan 9 mm.




