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A interface vítreo-retiniana

AVM, TVM e BM

25 Perguntas e respostas

centagem mas de duração desconhecida, po-

deria contribuir para uma elevada variabilida-

de da sensibilidade macular no BML. Através

da avaliação por SD-OCT a profundidade do

BML era o único parâmetro morfológico que

mostrava uma associação com a sensibilidade

macular. Por outro lado a MAVC não estava

relacionada com as dimensões morfológicas

do BML, o que não é comparável com o en-

contrado por outros autores

5

.

Estudos efectuados em doentes operados

por membrana epirretiniana

6,7

confirmaram a

correlação entre as imagens da elipsóide dos

segmentos internos dos fotorreceptores por

SD-OCT e a microperimetria em olhos com

recuperação da MAVC pós-operatória, não

apenas na fóvea mas também nas áreas pa-

rafoveolares. A existência de micro escotomas

em olhos submetidos a pelagem da MLI even-

tualmente por traumatismo cirúrgico, foi reve-

lada por microperimetria.

Apresenta-se o exemplo de doente com mem-

brana epirretiniana do olho esquerdo e acuidade

visual de 0,05 no pré operatório nas figuras 1, 2 e

3 e o pós operatório de 6 meses com acuidade

visual de 4/10 nas figuras 4, 5 e 6.

Figura 1.

Retinografia pré-operatória com

MPM.

Figura 2.

SD-OCT pré-operatório.