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tratamentos mais e%cazes. Infelizmente a envolvência é ainda elevada, e grande
a sobrecarga para os doentes e instituições. Com base na evidência cientí%ca
acumulada é defensável ser o oftalmologista a gerir a doença e propor de forma
personalizada ao doente (e com ele decidir) o algoritmo de tratamento
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que
considera mais adequado, e proporcionar o melhor tratamento para o seu caso
em particular (Esquema 1).
Esquema 1
Algoritmo de decisão para tratamento do EMD.




