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Não se consideraram os ganhos indirectos de satisfação para o doente, gan-

hos em qualidade de vida saudável (QUALY), a repercussão que tem nos outros

órgãos e sistemas um melhor controlo metabólico da diabetes, os dias de trabalho

e rendimento familiar conseguido, os impostos que vai pagar e os subsídios que

não vai receber do estado e das indemnizações por má prática clínica (não obri-

gatoriamente médica) pelo atraso de tratamento ou tratamento inadequado que

o estado vai ter que pagar. Trata-se de um ganho socialmente importante embora

sem uma tradução imediata nas contas do deve e haver do SNS.

Consegue-se este grau de e%ciência porque se diminui o número de proce-

dimentos, diminui-se o número de diabéticos com graus de gravidade maiores

e diminui o custo médio de cada intervenção porque se actuou de forma mais

precoce.

Tabela 3

Diferença entre Situação actual e Cenário proposto – medida da e%ciência

para 56% da população diabética diagnosticada, bem como medida da

e%ciência para o doente, tratamento propriamente dito, transporte, custos para

SNS e e%ciência total.

Grá@co 1

Poupança total: distribuição pelas várias rubricas - poupança para o doente,

poupança em viagens e poupança no tratamento propriamente dito.