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Em 2014, Dolz-Marco e col.

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publicaram uma nova classi%cação - a classi-

%cação LET - que divide o EMD em central, paracentral e marginal, consoante a

sua localização topográ%ca e o número de setores ETDRS afetados no OCT e que

considera ainda a existência de componente tracional da retina.

Atualmente, o OCT pode e deve suplementar a oftalmoscopia na determina-

ção da presença ou ausência de edema macular, uma vez que isso condiciona

o período desejável de seguimento em consulta de diabetes ocular e o seu tra-

tamento

19

.

Referências

1. Henriques J, Vaz-Pereira S, Nascimento J, Rosa PC. [Diabetic eye disease]. Acta Med

Port. 28(1):107-13.

2. Bresnick GH. Diabetic macular edema. A review. Ophthalmology. 1986;93(7):989-97.

3. Cunha-Vaz J. Retinopatia Diabética. LXXXII Ponencia O%cial de la Sociedad Española

de Oftalmologia; 2006.

4. Manejo de las complicaciones oculares de la diabetes. Retinopatia Diabética y Edema

Macular. “Guias de Práctica Clínica de la SERV”. Março 2015. Disponível em www.

serv.es

5. Henriques J, Figueira J, Nascimento J, Gonçalves L, Medeiros MD, Rosa PC, Silva R.

Retinopatia Diabética – orientações clínicas do Grupo de Estudos da Retina de Portu-

gal. Oftalmologia rev. SPO vol. 39:4 supl. Out-Dez 2015.

6. Early Treatment Diabetic Retinopathy Study Research Group. Classi%cation of diabetic

Fig. 7

O EMD grave é de%nido como a presença de exsudados duros

ou espessamento retiniano envolvendo o centro da mácula.