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A interface vítreo-retiniana
AVM, TVM e BM
25 Perguntas e respostas
Membranas epirretinianas e buracos maculares –
após a vitreoesquisis, os remanescentes de vítreo
na superfície da retina podem contrair e causar
baixa da acuidade visual e metamorfopsias. Es-
tudos histológicos demonstraram a presença de
astrócitos e de células do epitélio pigmentar da
retina mas também de hialócitos nestas membra-
nas. A orientação do vector de contracção pode
ser importante na evolução clínica. No caso das
membranas epirretinianas, o vector de contrac-
ção é normalmente centrípeto, ao passo que nos
buracos maculares será, na maioria dos casos
centrífugo. Estudos recentes em pacientes com
buraco macular demonstraram que em quase
todos os casos está presente um adesão vitreo-
papilar persistente. Esta adesão pode ter alguma
influência na direcção do vector da força traccio-
nal, contribuindo para a formação do buraco.
DPV anómalo
Membrana
epirretiniana
Buraco
Macular
“Pucker”
Macular
Síndrome
TVM
DMI nv, edema
macular (DM...)
Tracção
vitreopapilar
Descolamento
ou rasgadura
da retina
Espessura Parcial = Vitreoesquisis
Espessura total = DPV parcial
Separação periférica
Tracção posterior
Contracção
centrífuga
Contracção
centrípeta
Tracção
macular
Separação posterior
Tracção periférica
Tracção
disco óptico
ESQUEMA.
A figura seguinte esquematiza o que foi descrito anteriormente
6
:
REFERÊNCIAS
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