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Capítulo 8. O que é uma adesão ou tracção vítreo-macular concomitante?

a retinopatia diabética e a DMI pode interferir

na IVR. Processos inflamatórios locais, cróni-

cos, com evidência de neovascularização e

gliose reactiva podem induzir alterações es-

truturais ao nível da IVR, favorecendo a acção

de forças traccionais

13

. Torna-se assim difícil

o estabelecimento de uma relação de causa-

lidade inequívoca, podendo estar em causa

mecanismos de influência bidireccional e re-

cíproca ao nível das estruturas da superfície

interna da retina.

O DPV anómalo surge como um interveniente

importante em doenças em que o papel da li-

quefacção vítrea e as interacções ao nível da

IVR não foram, até alguns anos atrás, suficien-

temente valorizados no âmbito da sua fisiopa-

tologia

14

. A interacção entre a AVM e TVM e

Figura 3.

TVM focal associada a EMD.

Figura 4.

AVM alargada no contexto de distrofia viteliforme.

Figura 5.

TVM focal associada a distrofia viteliforme.