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PERGUNTAS & RESPOSTAS

EMD

- Edema Macular Diabético

6. Edema Macular Diabético (EMD)

1,2,4,7

Na impossibilidade de visualizar o fundo ocular e de realizar outros exa-

mes como a angiogra%a `uoresceínica (AF) ou a tomogra%a de coerência ótica

(OCT), o exame ecográ%co com sondas de maior frequência (20 MHz), per-

mite identi%car o EMD. Apresenta-se sob a forma de um espessamento retino-

-coroideu na área macular (Figura 8A) (espaço compreendido entre a papila e

o musculo reto externo, em incidência longitudinal direcionada para as 9H no

OD e para as 3H no OE, ou lateral ao disco ótico em incidência axial horizon-

tal). Em edemas de grandes dimensões com grandes espaços quísticos (Edema

Macular Quístico - EMQ) pode identi%car-se uma pequena área hiporre`etiva

no seio do espessamento (Figura 8B). No descolamento seroso macular ou

descolamento do epitélio pigmentado da retina (DEP), independentemente da

sua etiologia, observa-se uma lesão de maiores dimensões em forma de cúpu-

la com re`etividade anterior elevada (retina) e hiporre`etiva no seu interior

(Figura 8C e 8D).

Apesar de a ecogra%a não oferecer grande especi%cidade e/ou sensibilida-

de no diagnóstico diferencial com outras patologias que cursam com espessa-

mento macular, no contexto do doente diabético com opacidade dos meios,

a presença de espessamento macular, identi%cado através deste exame, pode

ajudar a orientar o diagnóstico e tratamento.

Fig. 7

DR Tracional:

A)

em tenda;

B)

em

plateau

;

C)

e

D)

bridging membrane

.