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CONCLUSÃO

A ecogra%a oftálmica, realizada por oftalmologista experiente nesta técnica,

recorrendo às várias incidências diagnósticas, usando sondas de maior resolu-

ção e nunca esquecendo o exame cinético, permite detetar, avaliar e seguir as

múltiplas apresentações da doença ocular diabética. Assume especial importân-

cia perante a opacidade dos meios (catarata, hifema, hemovítreo), auxiliando na

decisão terapêutica e contribuindo para a avaliação prognóstica pós tratamento.

Referências

1. Byrne SFGRL. Ultrasound of the Eye and Orbit. second. St. Louis, Missouri: Mosby;

2002.

2. Coleman DJ. Ultrasonography of the Eye and Orbit. second. Philadelphia: Lippincott

Williams & Wilkins; 2006.

3. Cachulo M. Que outros exames complementares de diagnóstico na retinopatia diabé-

tica? In: Henriques, J; Nascimento, J; Silva F, ed. 25 Perguntas e Respostas. Retinopatia

Diabética, Novo Paradigma de Cuidados. %rst ed. Lisboa: GER. 2012:79-86.

4. Pinto F. Atlas de Ecogra%a Oftálmica, Vol I - Ecogra%a do Segmento Posterior. %rst ed.

Lisboa: Thea; 2013.

5. McLeod D, Restori M. Ultrasonic examination in severe diabetic eye disease. Br J

Ophthalmol. 1979;63(8):533-538.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/476027.

Fig. 8

EMD:

A)

espessamento macular (seta) em incidência axial horizontal;

B)

espessamento macular com quisto (seta);

C)

descolamento seroso macular;

D)

DEP.